Material de Apoio

 Artigos
 Substantivos
 Demonstrativos
 Possessivos
 Pronomes
 Adjetivos
 Advérbios
 Mais conteúdos [+]

Pratique

 Exercícios resolvidos
 Provas de vestibular
 Simulados on-line
 Atividades

Ajuda

 Laifis de Espanhol
 Área dos Professores
 Tradutor de palavras
 Vocabulário básico
 Falsos amigos
 Como se diz?

Entretenimento

 Jogos on-line
 Trava-línguas
 Nomes e apelidos
 Palíndromos
 Piadas

Diversos

 Espanhol pelo mundo
 Curiosidades
 Espanhol x Castelhano
 Poemas
 Signos do Zodíaco
 Hinos
 Personalidades
 Letras de músicas
 Indicação de livros
 Fale conosco

 
Busca Geral

 

- HINO DA COLÔMBIA (HIMNO DE COLOMBIA)

Oh Gloria Inmarcesible! é o nome do hino da Colômbia, que também é chamado de Himno Nacional de la República de Colombia. A letra foi escrita pelo Presidente Rafael Nuñez e a música pelo italiano Oreste Sindici. A Lei 33 de 28 de Outubro de 1920, sancionada pelo Presidente Marco Fidel Suárez, deu ao hino caráter oficial.

Oh gloria inmarcesible !
Oh Júbilo inmortal !
En surcos de dolores
El bien germina ya !

Cesó la horrible noche ! la libertad sublime
derrama las auroras de su invencible luz.
La humanidad entera, que entre cadenas gime,
comprende las palabras del que murió en la cruz.

Independencia grita el mundo americano;
se baña en sangre de héroes la tierra de Colón.
Pero este gran principio: el Rey no es soberano,
resuena, y los que sufren bendicen su pasión.

Del Orinoco el cauce se colma de despojos;
de sangre y llanto un río se mira allí correr.
En Bárbula no saben las almas ni los ojos,
si admiración o espanto sentir o padecer.

A orillas del caribe hambriento un pueblo lucha,
Horrores prefiriendo a pérfida salud.
Oh, sí de Cartagena la abnegación es mucha,
y escombros de la muerte desprecia su virtud.

De Boyacá en los campos el genio de la gloria
con cada espiga un héroe invicto coronó.
Soldados sin coraza ganaron la victoria;
su varonil aliento de escudo les sirvió.

Bolivar cruza el Ande que riega dos océanos;
espadas cual centellas fulguran en junín.
Centauros indomables descienden a los llanos,
y empieza a presentirse de la epopeya el fin.


La trompa victoriosa en Ayacucho truena;
y en cada triunfo crece su formidable son.
En su expansivo empuje la libertad se estrena,
del cielo americano formando un pabellón.

La virgen sus cabellos arranca en agonía
y de su amor viuda los cuelga del ciprés.
Lamenta su esperanza que cubre loza fría,
pero glorioso orgullo circunda su alba tez.

La patria así se forma termópilas brotando;
constelación de cíclopes su noche iluminó.
La flor estremecida, mortal el viento hallando,
debajo los laureles seguridad buscó.

Mas no es completa gloria vencer en la batalla,
que el brazo que combate lo anima la verdad.
La independencia sola al gran clamor no acalla;
si el sol alumbra a todos, justicia es libertad.

Del hombre los derechos Nariño predicando,
el alma de la lucha profético enseñó.
Ricaurte en San Mateo en átomos volando,
deber antes que vida con llamas escribió.

Ó glória imorredoura!
Ó júbilo imortal!
Nas cavas das dores
O bem germina já,

Cessou a noite horrível! A libertade sublime
resplande as auroras de sua invencível luz.
A humanidade inteira, que encadeada geme,
compreende as palavras do que morreu na cruz.

Independência grita o mundo americano;
se banha em sangue de heróis a terra de Colombo.
Mas este grande princípio: "o rei não é soberano",
ressoa, e os que sofrem bendizem sua paixão.

Do Orinoco o leito se enche de restolhos;
de sangue e pranto um rio se vê ali correr.
Em Bárbula não sabem, as almas nem os olhos,
sem admiração ou espanto sentir ou padecer.

Às margens do Caribe, faminto, um povo luta;
Horrores preferindo à pérfida saúde.
Ó, sim!, de Cartagena a abnegação é muita,
e os escombros da morte desdenham sua virtude.

De Boyacá nos campos, o gênio da glória
com cada espiga um herói invicto coroôu.
Soldados sem couraça ganharam a vitória;
seu alento varonil de escudo lhes serviu.

Bolívar cruza os Andes que regam dois oceanos
espadas qual centelhas fulguram em Junín.
Centauros indomáveis descendem aos planos,
e começa a pressentir-se, da epopéia o fim.

A tropa vitoriosa en Ayacucho atroa,
que em cada triunfo cresce seu formidável som.
Em seu expandir resoluto a liberdade se apresenta,
do céu americano formando um panteão.

A virgem seus cabelos arranca em agonia
e de seu amor viúva os pende no cipreste.
Lamenta sua esperança que cobre louza fria,
mas glorioso orgulho circunda sua alva pele.

A pátria assim se forma termópilas brotando;
constelação de ciclopes sua noite iluminou.
A flor estremecida mortal o vento achando,
abaixo dos lauréis seguridade buscou.

Mas não é completa glória vencer na batalha,
que o braço que combate o anima a verdade.
A independência só o grande clamor não aplaca;
se o sol alumia a todos, justiça é liberdade.

Do homem os direitos Nariño predicando,
a alma da luta profético ensinou.
Ricaurte em San Mateo em átomos voando,
"o dever antes que a vida" com chamas escreveu.

 

  

Curta nossa página nas redes sociais!

 

 

Mais produtos

Sobre nós | Política de privacidade | Contrato do Usuário | Anuncie | Fale conosco

Copyright © 2017 Só Espanhol. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Virtuous.